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Amamentação em tandem: você sabe o que é?

A amamentação é um ato de amor da mãe para com a criança. Dentre tantos desafios que a mulher passa para nutrir o filho com o próprio leite, o ato de amamentar compensa todo o esforço. E ele é tão importante, que a Organização Mundial da Saúde (OMS), recomenda que seja levado até os dois anos de idade. Mas, e quando vem o segundo filho e o primeiro ainda não desmamou? É aí que entra a amamentação em tandem.

Ela consiste em amamentar duas ou mais crianças de idades diferentes ao mesmo tempo. Essa prática, se a mãe estiver confortável, é totalmente possível. A seguir, você poderá saber mais sobre ela. Confira!

Não é preciso desmamar o filho mais velho

Como você já sabe, a OMS recomenda o aleitamento até pelo menos os dois anos de idade. Mas muitas mulheres e crianças chegam até essa fase e não se sentem preparados para o desmame. É importante, portanto, segui-lo enquanto mãe e filho estiverem confortáveis.

Caso a mulher engravide e a criança ainda mame no peito, não há porque desmamar o filho mais velho. É importante que esse processo aconteça naturalmente para evitar traumas nas crianças, por isso, a amamentação em tandem pode atender a demanda de dois filhos ou mais.

A amamentação é um ato que cria laços únicos entre mãe e bebê, ajuda em uma série de fatores físicos e psicológicos e por isso é tão importante. Manter o filho mais velho mamando com o mais novo é uma forma de tranquilizar a criança, evitar traumas com a chegada do novo bebê e manter a ligação forte com a mãe.

Alguns médicos mais desatualizados indicam o desmame por acreditar que a amamentação do mais velho possa causar aborto ou parto prematuro. Mas, estudos mais recentes já comprovam que esse risco não existe. Além disso, o leite muda um pouquinho de sabor, volume e consistência ao longo da gestação e, muitas vezes, a própria criança acaba conduzindo um desmame natural, sem traumas.

No que ficar atento na amamentação em tandem

O organismo feminino costuma ser associado a uma fábrica quando se fala em produção de leite. Ele não armazena uma quantidade grande do nutriente, mas sim produz a quantidade necessária conforme a criança mama.

Isso é o equilíbrio perfeito que não permite que o recém-nascido passe fome e que, em grande parte das vezes, não precisa de fórmulas como complemento.

Por isso, não é preciso ficar com medo de que falte leite para alguma das crianças. Porém, é sempre importante priorizar o aleitamento para o recém-nascido. Ou seja, ele mama primeiro e, depois, o mais velho pode mamar, sempre alternando as mamas.

Outro fator importante com o qual é preciso ficar atento é o ganho de peso do recém nascido. Se ele estiver se desenvolvendo bem, ou seja, crescendo e engordando, quer dizer que a amamentação em tandem está funcionando perfeitamente.

Para fazer esse acompanhamento, é importante nunca faltar às consultas com o pediatra e tirar todas as suas dúvidas e ficar de olho na curva de crescimento que seu filho apresenta de um mês para o outro.

Conclusão

A amamentação em tandem é completamente possível, mas é desafiadora para as mães. Por isso, é essencial que a mulher esteja preparada psicologicamente, queira amamentar os dois filhos e esteja confortável com isso.

Lembrando que a saúde emocional da mãe é tão importante quanto a das crianças e suas vontades devem sempre ser respeitadas.

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